Segunda-feira, 7 de Abril de 2008

As Lojas

Mundano Objectos

 

As lojas da zona de Miguel Bombarda são diferentes das que se localizam noutras ruas da cidade. O tipo de objectos e artigos que comercializam, a concepção do que é vender e comprar, a própria formação dos seus proprietários, tornam as lojas, de facto, diferentes.

 

Fomos falar com dois dos sócios da Mundano Objectos: a designer gráfica, Sofia Assalino e Luís Cavalheiro, arquitecto. Na Mundano pode-se encontrar os mais variados objectos de design: peças de decoração, candeeiros da artista plástica dinamarquesa Birgit Oestergaard, bonecos de Rosa Pomar ou bolsas em crochet de Paula Costa. E também T-shirts, alfinetes, etc…

Dá vontade, mesmo, de comprar!

 

   

 

Porque é que se decidiram dedicar a esta actividade?

Em parte, pela necessidade que tínhamos de mostrar os nossos projectos sem ter de estar a ir a outros sítios, a pedir quase por favor. Desse modo, decidimos criar um espaço só nosso, onde podíamos mostrar não só produtos nossos, como os de outras pessoas (nacionais e estrangeiras).

 

E de onde vem os objectos da loja? São todos criados pela Sofia e pelo Luís?

Não, era bom era, mas não. Temos alguns produtos nacionais e muitos outros da Bélgica, Holanda, Republica Checa, Inglaterra, Noruega.

 

Já reparamos que tem produtos artesanais. Há uma procura desses produtos?

Há procura. Aliás, foi uma das coisas que no início tínhamos em abundância. Neste momento, fazendo quase 3 anos desde a abertura, descobri que há uma enorme procura, nomeadamente na Internet, nos blogs, que é um espaço onde as pessoas mostram o seu trabalho. Existem muitas pessoas a criar os seus próprios produtos e muitas vêm cá mostrar os seus trabalhos, o que é sempre uma boa surpresa.

 

E a rua é frequentada por um público específico, ou por todo o tipo de pessoas?

Penso que neste momento, com a abertura de mais uma loja na rua, ela ficou mais movimentada e com maior variedade de público, mas acima de tudo, são os designers, arquitectos, são os que a frequentam mais.

 

E quais são os aspectos negativos da rua que deveriam ser melhoradas?

Se calhar ter menos galerias… são as que abrem mais tarde e fecham primeiro, estão em maior numero, e não estão minimamente interessadas que o comércio cresça.

 

E quais os positivos?

Acima de tudo, ser possível criar uma reunião de projectos um pouco fora do normal, ou pelo menos mais especializados nas várias áreas. Assim todos reunidos, a pessoa tem mais escolha, mais variedade. É uma vantagem abrirem mais lojas, não terem aquela ideia de concorrência.

 

Existe alguma ligação entre os galeristas e os lojistas da rua?

Deveria haver, mas não há.

 

São promovidas actividades iniciativas sem ser o dia das inaugurações?

Não.

 

Seria necessário?

Acho que sim.

 

Que tipo de iniciativas apoiariam?

Uma boa festa, aqui há frente, com boa música, dava um bom resultado, ainda por cima estamos localizados numa zona mesmo central, e acho que funcionava muito bem esta iniciativa.

 

Na net: http://mundano-objectos.blogspot.com/

 

A entrevista pode ser lida na íntegra, clicando AQUI.

 

- entrevista parte 1;

- entrevista parte 2;

 

- brevemente para download.

 

artigo do grupo bombarte às 23:01
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