Segunda-feira, 28 de Abril de 2008

Porto Redux

 

 

RE(habitar a cidade)




Seminário e Workshop de reabilitação urbana


Redux > latim: significa trazer de volta ou revisitar. Significa voltar à cidade, trazer de volta à cidade todos os actores do processo de transformação urbana – agentes técnicos, artísticos, políticos, o público e outros mais. (Re)pensar, (re)flectir e ensaiar hipóteses para o Porto, compreendendo a arquitectura como plataforma de mediação e intervenção na cidade. A arquitectura deve-se expor à cidade, comunicar-se como dispositivo fundamental de relação dos habitantes com a sua cidade.”



Património – Culturas urbanas
Pedro Gadanho [Arq] + Álvaro Domingues [Geo] + Nelson França [Econ] + Correia Fernandes [Arq] + Moderação: Nuno Grande
19 Abril– 18:00


Cidades – emergências + permanências
Nuno Portas [arq] + Joaquim Branco [sru] + Rio Fernandes [geo] + Alexandra Gesta[arq] + Rui Moreira [econ] + Moderação: Nuno Grande
24 Abril – 19:00


Arquitectura – Mediação + intervenção
Eduardo Souto Moura [arq] + Miguel Von Haffe Pérez [cri] + Pedro Leão Neto [arq] + Francisco Barata [arq] + Moderador: Nuno Grande

30 Abril – 19:00


Local:

Espaço Oficina da Galeria Fernando Santos
[em frente ao CCBombarda]

Mais informações em:

http://portoredux.blogspot.com/2008/04/programa.html

http://web.ccre.arq.up.pt/
http://www.opozine.blogspot.com/
http://www.portoredux.blogspot.com/


Contactos>
porto.redux@gmail.com

 

artigo do grupo bombarte às 23:27
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Sexta-feira, 25 de Abril de 2008

Ideias não criativas

Porque não?

 

Decidimos apresentar no nosso blog que concorre às Cidades Criativas, ideias não criativas! São ideias que pela sua evidência deveriam ser postas em prática!

No caso da zona de Miguel Bombarda aqui vão algumas, fáceis de aplicar.

 

      

  • Remoção do lixo
  • Limpeza da rua
  • Mais policiamento nocturno
  • Mais iluminação
  • Acabar com o trânsito automóvel

 

Não são criativas, mas são absolutamente fundamentais para que a zona de Miguel Bombarda se torne numa zona mais equilibrada. Então todos  poderemos dar mais liberdade às ideias criativas!

 

artigo do grupo bombarte às 09:48
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Domingo, 20 de Abril de 2008

Boa notícia!

Finalmente a remodelação?!


A novidade aí está: no dia 18 foi aberto um concurso para remodelação da rua Miguel Bombarda!

Reproduzimos a notícia que saiu no Jornal de Notícias. Vamos acompanhar o processo.



"Volvida uma década de promessas e adiamentos, 2008 será o ano do arranque da reabilitação das ruas de Miguel Bombarda e da Boa Nova, no Porto. A artéria dos galeristas - um movimento que tem-se consolidado ao longo dos últimos anos com a abertura de novas galerias e do Centro Cultural de Miguel Bombarda - receberá finalmente a obra que, em parte do seu traçado, destronará os automóveis. O projecto do arquitecto Filipe Oliveira Dias oferece esse espaço aos peões.

Assim, entre as ruas de Adolfo Casais Monteiro e D. Manuel II, Miguel Bombarda será pedonal, garantindo-se, porém, o acesso dos veículos dos moradores com garagem, para cargas e descargas e prioritários. A Rua da Boa Nova continuará aberta ao trânsito, como hoje sucede. A Empresa Municipal de Gestão de Obras Públicas lançou, anteontem, o concurso público para a requalificação daquela artéria.

A intervenção tem sido marcada por sucessivos adiamentos, figurando em quase todos os orçamentos municipais, aprovados durante os dois mandatos de Rui Rio na Câmara portuense. Para este ano, foram inscritos 476 mil euros no orçamento. À data da aprovação no Executivo, o presidente da Autarquia chegou a admitir a necessidade de baixar o preço do projecto para torná-lo exequível em 2008. Mas o desenho mantém-se fiel ao original e, agora, a empresa municipal está disponível para investir uma verba superior a 600 mil euros. É, pelo menos, o preço base do concurso aberto anteontem.

Tudo indica que os trabalhos possam avançar no segundo semestre deste ano e prolongar-se-ão por seis meses (180 dias). Os interessados terão de apresentar propostas até 26 de Maio.

A mudança da face de Miguel Bombarda, afastando o trânsito caótico e o estacionamento ilegal e adequando-se à realidade comercial inovadora, é ambicionada há muitos anos. Em resposta ao desafio de Fernando Santos (o primeiro galerista a instalar-se na rua em 1996), a primeira maqueta do desenho de Filipe Oliveira Dias foi apresentada à cidade ainda em 1998. Então, o Município era gerido pelo socialista Fernando Gomes. Em 2000, o projecto foi oferecido pelas galerias à Câmara, na esperança que a empreitada integrasse o programa de reabilitação urbana da Capital Europeia da Cultura. A expectativa saiu gorada."


Carla Sofia Luz, JN, 20-04-08

artigo do grupo bombarte às 21:42
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Sexta-feira, 18 de Abril de 2008

Lápis irrequietos

A proposta de Pascal Nordmann


Fomos surpreendidos, na galeria “Por amor à arte Galeria” com uma obra em verdadeira acção: instalados em vários objectos, lápis riscam, riscam sem parar. São motores que ligados a arames fazem mexer os lápis. O autor, Pascal Nordmann, deu-lhe o nome "O Espírito dos Lugares".

 

    

 

   

 

'Um lápis desenha sozinho numa parede branca ou numa folha de papel. Sozinho, é uma maneira de dizer: há um motor de brinquedo ligado, um arame ligado a esse motor, e o lápis atado ao arame. O motor trabalha, o lápis desenha.
As instalações de Pascal Nordmann constroem ateliers muito próprios onde os lápis trabalham sozinhos, incessantemente, como se o desenho que é próprio dos artistas (e, já agora, a escrita que é própria dos escritores) não necessitasse de um corpo, um espírito para existirem.
'

 

 

Ver os lápis em acção e o artista também!

http://www.youtube.com/watch?v=Rg5sbNOJH_Q

 

Sobre o autor e a sua obra, ler o artigo de Luisa Soares Oliveira em:

http://www.pascal-nordmann.com/luisa.php?Lg=fr&Q=original&Prov=&

 

 

artigo do grupo bombarte às 23:20
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Quinta-feira, 17 de Abril de 2008

Entrevista a Marina Costa

  

Marina Costa é uma figura importante na zona de Miguel Bombarda. Compreendeu o potencial da zona e organizou dois espaços centrais: O Centro Comercial Bombarda (CCB) e o “Artes em Partes”. Por isso, fomos falar com ela, num espaço que vai ser remodelado no CCB.


Quando é que foi inaugurado e qual o conceito do CCB?


Foi inaugurado, numa primeira fase, a 26 de Maio de 2007 e depois, o que faltava, em Setembro. Tentamos ter lojas de autor, com projectos específicos, personalizados que não existam noutros centros comerciais. Gostaríamos que o CCB tivesse lojas diferentes, apenas lojas de autor; só que, infelizmente, as pessoas não têm dinheiro para estar a abrir lojas deste tipo. Mas no futuro, a ideia é cada loja ter um cariz muito pessoal.


Qual foi a ideia que esteve e está na base do “Artes em Partes”?


Na altura em que o “Artes em Pares” começou a sua actividade, já havia, cerca de 3 galerias em Miguel Bombarda. Eu gosto muito de casas velhas e decidi alugar aquela casa. Ora, a única forma de a rentabilizar era subalugar espaços. Como tinha alguns amigos que tinham projectos na Internet, ou em garagens e em casa, fui convidá-los. Tinham que ser pessoas e projectos de que eu gostasse, que tivessem a ver comigo, que tivessem a ver com o conceito do “Artes em Partes”. Acabei por juntar ali um grupo de pessoas e eles pagavam-me a renda. Mas é um negócio que é uma dor de cabeça e que não dá dinheiro. Dá muito trabalho … mais trabalho que dinheiro!


Então porque o mantém?


Toda a gente acha que O “Artes em Partes” foi uma ideia louca, um sonho meu. Eu não tive ideia nenhuma! Eu tinha um prédio e tinha que o rentabilizar para pagar a renda, para pagar os impostos! A única forma de o fazer é subalugar as lojas! Agora, a piada do “Artes em Partes”, para mim, é manter um bocado a memória do que são estas casas antigas do Porto. Aquelas casas com aquelas salinhas todas, com o jardim. Acho que é isso a mais valia daquele espaço, esse saudosismo.

É engraçado as pessoas entrarem e aperceberem-se de como é que antigamente se vivia, como é que eram as casas antigas. Assim, as pessoas mais novas vêem que as coisas antigas também podem ser mantidas e também pode haver um espaço para elas! Mas é uma casa que tem um tratamento anual de restauro e manutenção muito caro.


     


Quais são, para si, os problemas da zona de Miguel Bombarda?


Os problemas de Miguel Bombarda acabam por ser os problemas da cidade inteira. São a falta de limpeza de policiamento, de mobilidade na rua. Mas o maior problema da cidade será o facto das pessoas não saírem de casa. Temos uma geração que já tem outro poder de compra diferente das gerações anteriores. São pessoas com outras possibilidades e uma coisa que se nota é que as pessoas não saem, não querem conhecer. Agora, há exposições para as pessoas verem, há Serralves, há a Casa da Música, há milhares de coisas. No entanto, a cidade do Porto é uma cidade completamente deserta. As pessoas metem-se dentro de casa, metem-se dentro do shopping…Não percebo!


Porque acha que isso acontece? Porque é que as pessoas preferem os shoppings a esses lugares?


Eu acho os shoppings insuportáveis, não têm piada nenhuma, porque não acrescentam nada. O consumismo está na base da atitude das pessoas: o que é americano, toda a gente gosta, toda a gente adere. Já não apreciam o que é português!

As pessoas saem pouco para a rua, ao contrário do que se passa no estrangeiro. Por outro lado, investem pouco na cidade. Se gostam do centro da cidade, então usufruam do centro! As pessoas gostam das coisas, mas também não investem nelas. É como o caso do Bolhão… Todos gostam muito, são contra o que se está a passar, mas o que é certo é que ninguém faz nada! Ninguém dá um passo para mudar as coisas.


Já que os problemas de Miguel Bombarda são os mesmos da cidade, qual é o papel da Câmara Municipal?


A Câmara tem responsabilidade porque é dona de 80% dos prédios abandonados da cidade. A maior senhoria da cidade do Porto é a Câmara! Só que como não tem dinheiro para recuperar as casas e para lhes dar um fim, deixa estar as coisas como estão. Quer dizer, a baixa está deserta.


Qual é a relação da Câmara com a zona de Miguel Bombarda?


A Câmara nunca apoiou a rua das galerias. O Rui Rio disse uma coisa fantástica que foi: “Sempre que falam em cultura, eu lembro-me logo do livro de cheques!” Uma frase triste! A partir desse momento cortámos completamente as negociações que tínhamos com a Câmara.

Há também um problema que é o conflito entre os galeristas e os lojistas. Alguns galeristas acham que ter uma galeria é um negócio mais nobre do que ter uma loja. Como nunca se entendem, o ano passado, eu e a designer que fez a parte gráfica do CCB fizemos um desdobrável para promover a zona. O Fernando Santos que achou uma boa ideia e contactou com Câmara e a Porto Lazer que se mostraram interessados em alinhar. Arranjámos um patrocinador, que é a The Famous Grouse, e estamos a colaborar muito bem desde Setembro de 2007.


Foi com esta afirmação com algum optimismo que terminámos esta conversa. A continuar um dia destes!

 

artigo do grupo bombarte às 19:06
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Quarta-feira, 16 de Abril de 2008

Entrevista a Fernando Santos

Fernando Santos aparece, frequentemente, como o pai da rua das galerias. Foi o primeiro a instalar-se em Miguel Bombarda, e mesmo depois de tantos anos, mostra grande entusiasmo pelo projecto da rua zona das artes. O programa das suas galerias vai desde nomes consagrados como Tapiés, Alberto Carneiro, Pedro Cabrita Reis, até aos jovens talentos.

Apesar de ser uma pessoa muito ocupada, foi mais do que disponível: entusiasmou-se a explicar-nos o processo que está por detrás da actividade de um galerista. Mostrou-nos até as áreas e as obras não acessíveis ao público. Aprendemos muito! Gostámos!

  
 

Como caracterizaria a rua de Miguel Bombarda?

 

A rua de Miguel Bombarda era, até há uns anos sem grande movimentação, rua apagada, sem comércio. Diria que, era uma rua insignificante. Há cerca de 12, 13 anos decidi mudar-me para aqui e transformei este espaço, que é agora a Galeria que tem o meu nome. Foi, naturalmente, esta iniciativa que acabou por transformar esta rua, que hoje tem cerca de 20 galerias.

 

Como é que se foi desenvolvendo esta rede de galerias?

 

Foi um processo perfeitamente natural: comecei por convidar uns colegas a expor aqui. Progressivamente, os espaços disponíveis da rua foram sendo transformados em galerias. Enfim, ao longo destes 12, 13 anos a rua Miguel Bombarda passou a ser a rua das artes contemporâneas. Tem, neste momento, uma actividade bastante interessante.

 

Existe algum projecto futuro para melhorar a zona?

 

Uma necessidade fundamental é transformar esta rua numa zona pedonal, projecto que já apresentei à Câmara Municipal do Porto. Estamos à espera que o aceitem e que o ponham em prática até 2009. Temos, todos, de fazer os possíveis para tornar esta rua mais apelativa e, por isso, estamos a desenvolver iniciativas para atrair pessoas. Temos de tornar a arte mais próxima para não ser encarada como um assunto complicado.

 

 

   

 

 

O que é que tem a dizer em relação aos outros estabelecimentos da zona para além das galerias?

 

A seguir à abertura das galerias apareceram novas alternativas comerciais de outras áreas: loja de roupa, de adereços, outras artes… Portanto, esta energia acabou por se juntar numa artéria com um forte poder comercial, cultural. É um registo alternativo!

 

E as escolas? Há alguma relação próxima com a zona?

  

Infelizmente, as escolas não têm correspondido à nossa disponibilidade. Não manifestam interesse. Há anos, promovi junto das escolas o convite às turmas de arte para visitarem as galerias. Como não obtinha resposta, fiz contactos no sentido de saber a razão: disseram que era um problema muito grande e que a escola não se responsabilizava pelas turmas que se deslocassem às galerias. Era muita responsabilidade!

Por exemplo, em França e em Espanha há uma grande aproximação das escolas às galerias que expõem o que se faz actualmente. É importante que as escolas aproximem alunos como vocês a este mundo, pois, é um mundo fantástico, o da criatividade dos artistas plásticos.

 

O que propõe?

 

A arte faz parte da vossa formação integral. Quando os alunos se deslocam a Miguel Bombarda têm a possibilidade de apreciar 20 a 25 exposições com criações diferentes umas das outras, recorrendo às mais variadas formas de expressão. E não custa nada: não é preciso pagar para entrar e nós estamos aqui para ajudar. Gostaríamos que, alunos como vocês, dentro do possível, visitassem as galerias, pois, a nossa função também é pedagógica. Desde pequeno que o meu pai me levava aos museus e isso foi decisivo para a minha formação.

Acho mesmo que é fundamental a aproximação das escolas à arte!

 

E como procuram atrair o público em geral?

 

Nas últimas 3 inaugurações estabelecemos um protocolo com o Porto Lazer: pôr música na rua, dar festas para atrair pessoas. Mas não devia ser assim! Devia haver uma forma mais fácil das pessoas frequentarem as galerias sem ser preciso música para as atrair!

 

Esta galeria tem como base divulgar novos artistas. Como vê o balanço ao longo destes anos?

 

O balanço que eu faço em relação a esta galeria é positivo, porque se não tivesse sucesso o mais certo era já ter fechado as portas há muito tempo. Mas isso não acontece! Neste momento a galeria não tem só este espaço, tem várias galerias e desenvolve várias actividades e temos parceria com outras galerias.

 

 

   

 

 

Está à frente da associação de galerias da rua? Como avalia a experiência?

 

A associação de galeristas da rua, não é fácil nem difícil: o problema é pô-la a funcionar, pois, nem sempre as pessoas estão disponíveis para dar o seu melhor! É uma associação que visa criar maior aproximação dos galeristas e assim criar outras actividades

 

Em relação ao artista que escolhe, tem algum critério?

 

Numa galeria expõe-se, antes de mais, os artistas de cujos trabalhos gostamos. Apostamos nos artistas consagrados e, por isso, tenho um espaço que é dedicado aos novos artistas para realizarem as suas exposições. Enfim, são oportunidades que damos aos jovens artistas.

 

Como encara os jovens que seguem a área das artes?

 

Positivamente, mas dou-vos um conselho: trabalhem muito! Há muita gente na área artística e não chega confiar no talento. O trabalho, muito trabalho é essencial.

 

artigo do grupo bombarte às 19:10
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Domingo, 13 de Abril de 2008

Vamos às compras!

Piurra

"Uma Piurra é um género de pião. Um brinquedo que gira, tomando direcções diversas ..." e é uma loja de mobiliário contemporâneo instalada no CCB.

Rui Viana, que é o responsável por este projecto pessoal inaugurado em 29 de Setembro de 2007, diz-nos:

"Quis desenvolver este projecto comercial em Portugal para mostrar que existe qualidade no nosso país". No seu espaço mostra todo o tipo de mobiliário de casa que não se encontra em lojas comuns. Há a preocupação em inovar e em responder ao gosto e necessidades do cliente.

  

   

 

A escolha do nome da Loja, “Piurra” é uma homenagem avô de Rui Viana, António Quilôres que era marceneiro e que fazia piões, piurras, para oferecer aos netos.

Vale a pena ler o texto “O timoneiro da Piurra” (link para download do texto).

 

http://www.piurra.com

Piurra Furnituring

Rua Miguel Bombarda 285

Horário: 12:00 – 20:00 de segunda a sábado

 

 

 

LaPaz Merchant’Studio

 

LaPaz é a loja 16 do CCB. Falámos com Isabel Amaral que nos informou que o espaço existe desde Outubro de 2007. É uma loja que apresenta roupas de marcas que não existem em Portugal e que tem origens muito diversas, desde o Japão, à Índia, à China, ao Vietname … A decoração da loja inspira-se no ambiente dos mosteiros chineses.

 

Isabel Amaral refere como problema, a falta de divulgação do CCB que regista grande afluência de público no dia das inaugurações. Fora destes dias especiais, há pouco movimento.

 

   

 

A diversidade de culturas é a marca mais importante desta loja que se promove através do site, dos postais e divulgação dos clientes. Vale a pena uma visita e umas compras … se tiverem dinheiro! Mas ver e cobiçar, não custa nada!

 

 

http://ccbombarda.blogspot.com/search/label/La%20Paz

 

LaPaz

Rua Miguel Bombarda 285

Horário: 12:00 – 20:00 de segunda a sábado

artigo do grupo bombarte às 21:32
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Concurso

Jovens Criadores 2008
 



As áreas a concurso são: Artes Plásticas, Banda Desenhada, Ilustração, Ciber Arte, Fotografia, Vídeo, Dança, Música, Design de Equipamento, Design Gráfico, Joalharia, Moda e Literatura.
Os projectos seleccionados serão apresentados na 12ª Mostra Jovens Criadores.
As inscrições decorrem até 12 de Maio.

Para mais informações consultar o site do Clube Português de Artes e Ideias:
http://www.artesideias.com/index2.htm
artigo do grupo bombarte às 20:06
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Segunda-feira, 7 de Abril de 2008

As Lojas

Mundano Objectos

 

As lojas da zona de Miguel Bombarda são diferentes das que se localizam noutras ruas da cidade. O tipo de objectos e artigos que comercializam, a concepção do que é vender e comprar, a própria formação dos seus proprietários, tornam as lojas, de facto, diferentes.

 

Fomos falar com dois dos sócios da Mundano Objectos: a designer gráfica, Sofia Assalino e Luís Cavalheiro, arquitecto. Na Mundano pode-se encontrar os mais variados objectos de design: peças de decoração, candeeiros da artista plástica dinamarquesa Birgit Oestergaard, bonecos de Rosa Pomar ou bolsas em crochet de Paula Costa. E também T-shirts, alfinetes, etc…

Dá vontade, mesmo, de comprar!

 

   

 

Porque é que se decidiram dedicar a esta actividade?

Em parte, pela necessidade que tínhamos de mostrar os nossos projectos sem ter de estar a ir a outros sítios, a pedir quase por favor. Desse modo, decidimos criar um espaço só nosso, onde podíamos mostrar não só produtos nossos, como os de outras pessoas (nacionais e estrangeiras).

 

E de onde vem os objectos da loja? São todos criados pela Sofia e pelo Luís?

Não, era bom era, mas não. Temos alguns produtos nacionais e muitos outros da Bélgica, Holanda, Republica Checa, Inglaterra, Noruega.

 

Já reparamos que tem produtos artesanais. Há uma procura desses produtos?

Há procura. Aliás, foi uma das coisas que no início tínhamos em abundância. Neste momento, fazendo quase 3 anos desde a abertura, descobri que há uma enorme procura, nomeadamente na Internet, nos blogs, que é um espaço onde as pessoas mostram o seu trabalho. Existem muitas pessoas a criar os seus próprios produtos e muitas vêm cá mostrar os seus trabalhos, o que é sempre uma boa surpresa.

 

E a rua é frequentada por um público específico, ou por todo o tipo de pessoas?

Penso que neste momento, com a abertura de mais uma loja na rua, ela ficou mais movimentada e com maior variedade de público, mas acima de tudo, são os designers, arquitectos, são os que a frequentam mais.

 

E quais são os aspectos negativos da rua que deveriam ser melhoradas?

Se calhar ter menos galerias… são as que abrem mais tarde e fecham primeiro, estão em maior numero, e não estão minimamente interessadas que o comércio cresça.

 

E quais os positivos?

Acima de tudo, ser possível criar uma reunião de projectos um pouco fora do normal, ou pelo menos mais especializados nas várias áreas. Assim todos reunidos, a pessoa tem mais escolha, mais variedade. É uma vantagem abrirem mais lojas, não terem aquela ideia de concorrência.

 

Existe alguma ligação entre os galeristas e os lojistas da rua?

Deveria haver, mas não há.

 

São promovidas actividades iniciativas sem ser o dia das inaugurações?

Não.

 

Seria necessário?

Acho que sim.

 

Que tipo de iniciativas apoiariam?

Uma boa festa, aqui há frente, com boa música, dava um bom resultado, ainda por cima estamos localizados numa zona mesmo central, e acho que funcionava muito bem esta iniciativa.

 

Na net: http://mundano-objectos.blogspot.com/

 

A entrevista pode ser lida na íntegra, clicando AQUI.

 

- entrevista parte 1;

- entrevista parte 2;

 

- brevemente para download.

 

artigo do grupo bombarte às 23:01
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Viagem alucinante a Miguel Bombarda

 

Prepare-se e veja se aguenta a nossa proposta:

 

artigo do grupo bombarte às 20:05
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