Domingo, 25 de Maio de 2008

BBI - Breve Bilhete de Identidade 6

 

Artes em Partes
 
Há 10 anos, Marina Costa (também gestora do CCB) decidiu dinamizar a casa nº 456 da Rua Miguel Bombarda.
Na altura só existiam cerca de 3 galerias na rua e surgiu a oportunidade de alugar aquela casa e de tornar aquele espaço num sítio com intervenções. Seria o lugar onde diferentes movimentos artísticos poderiam manifestar o seu trabalho. Dai o nome Artes em Partes, por tentar conjugar e reunir vários tipos de arte.
Marina Costa juntou alguns amigos, que tinham projectos originais e subalugou os espaços da casa: com a renda de todos dava para pagar a renda geral ao senhorio. O objectivo de início era ocupar a maioria das salas com galerias; mas os projectos foram-se desenvolvendo e, agora, podemos encontrar também lojas de mobiliário, de roupa, bijutarias, discos, etc.
É uma casa antiga que manteve tanto a fachada como o interior, com tectos altos e grandes escadas como as casas de antigamente. O mais engraçado é ver as pessoas jovens a entrarem e a aperceberem-se que nem todas as casas típicas têm que estar desaproveitadas e degradadas e que “também pode haver um espaço para elas” nas nossas cidades.
O Artes em Partes é uma referência em Miguel Bombarda e na cidade do Porto.
 
Entrevista a Marina Costa
 
      
 
 
 
Rota do Chá 
 
Mal entramos no edifício Artes em Partes, deparamo-nos com o  cheiro a chá e um ambiente marcadamente oriental.
Foi há  6 anos, em 2002, que Miguel Ortigão decidiu trazer para Miguel Bombarda um projecto novo. Na altura não havia nada parecido, e esta rua era o local ideal na medida que é frequentada por pessoas “alternativas” que gostam exactamente de coisas novas e diferentes.
Para quem não conhece, o espaço é constituído por 3 salas com ambiente oriental e um jardim inspirado na cultura japonesa.  Como o nome indica – Rota do Chá – neste espaço o proprietário procura ter chás de todas as proveniências e países produtores. É possível fazer-se uma viagem por todos esses locais que as pessoas podem “visitar” através do chá.
Funciona também como restaurante ao fim de semana e serve almoços durante a semana, apostando numa emenda sempre variada. Tem ainda uma loja com todos os chás à disposição para venda. Lanchar na Rota do Chá é uma experiência única!
 
 
 
 
 
Matéria Prima
 
Esta loja abriu no mesmo ano que o edifício Artes em Partes, sendo das primeiras da casa. Ocupa o R/C e é logo a primeira loja que os visitantes encontram quando entram no edifício.
Este espaço é gerido por 3 sócios e o projecto começou por funcionar com serviço de encomendas e entregas. Só mais tarde é que tomou a forma de loja.
O estilo de música que vende é fundamentalmente Rock e música Alternativa, mas podemos encontrar também outros géneros musicais e muitos livros.
Os sócios tentam dinamizar o espaço, convidando artistas para tocar na loja e promovendo eventos em parceria com Casa da Música, Pitch, etc.
 
www.materiaprima.pt
 
     
 
 
 
Guignol
 
Guignol é uma galeria de arte, fundada pelos alunos do Mestrado de Design de Imagem da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, que inaugurou no dia 28 Fevereiro, supostamente na rua Miguel Bombarda no nº410b.
Porquê supostamente? Porque esse número de porta não existe logo, faz-nos concluir que é algo que vai de encontro ao conceito da patafísica, do absurdo e imaginativo, do não palpável nem físico. É uma galeria virtual? É difícil um termo para classificar esta experiência.
 
Como não dispõe de qualquer espaço físico, as exposições podem ser vistas através do site: www.guignol.tk/
 
     
 
 
 
In.Transit
 
In.Transit é uma das salas subalugadas do edifício Artes em Partes. É um Project room comissariado por Paulo Mendes, que iniciou a sua actividade em Julho de 2002, e deu continuidade ao projecto W.C.Container (1999-2001) – que foi um antigo projecto num outro espaço do Artes Em Partes também comissariado por Paulo Mendes, licenciado pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa, que concebeu para a casa de banho da casa que alberga o Artes em Partes um projecto bastante particular, que teve uma extensão de dois anos e meio.
W.C. Container juntou num único projecto de comissariado não só artistas muito jovens que começaram a trabalhar em finais de 90 (como Leonor Antunes, Inês Pais e Francisco Queirós mas também artistas da geração de Paulo M. como Pedro Cabral Santos, Miguel Palma, Alexandre Estrela e Miguel Soares).
 
O espaço In.Transit pode ser entendido como uma zona laboratorial, propondo-se que neste espaço os autores possam testar novos tipos de trabalho através de desafios propostos, seja ao nível da conceptual, seja a nível de parcerias de trabalho ou site specific. As obras apresentadas são apenas concebidas e desenvolvidas especificamente para este espaço expositivo, e não poderão ser transportadas ou expostas noutro sítio.
Os três artistas que expuseram neste espaço foram: 34 Bento Duarte, 35 Paulo Mendes 36 Carla Filipe. Esta artista apresentou uma série de, aproximadamente, 100 desenhos que relatam viagens realizadas.
 
Ao longo da sua existência têm sido apresentadas exposições ligadas a diversas áreas como fotografia, design, arquitectura e outras expressões de arte contemporânea.
artigo do grupo bombarte às 18:44
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